domingo, 18 de dezembro de 2011

Entrevista com Deus

 

- Entra! disse Deus. - Então queres entrevistar-me?

- Bem, respondi. Se tens algum tempo para mim...

Ele sorriu atrás da barba e disse:

- O meu tempo chama-se eternidade e chega para tudo! O que queres saber?

- Nada que seja muito difícil para Deus. Quero saber o que é que mais te diverte nos seres humanos?

Ele respondeu:

- Eles fartam-se de serem crianças. Têm pressa por crescer, e depois suspiram por voltar a ser crianças... Primeiro perdem a saúde para ter dinheiro e, logo em seguida, perdem o dinheiro para ter saúde... Pensam tão ansiosamente no futuro que descuidam do presente, e assim, nem vivem o presente nem o futuro...

e voce como tem vivido?

Vivem como se fossem morrer e morrem como se não tivessem vivido!

sábado, 17 de dezembro de 2011

A Linha Mágica

 
NÃO apresse o tempo, viva cada momento
 

"Era uma vez uma viúva que tinha um filho chamado Pedro. O menino era forte e são, mas não gostava de ir à escola e passava o tempo todo sonhando acordado.
- Pedro, com o que você está sonhando a uma hora destas? - perguntava-lhe a professora.
- Estava pensando no que serei quando crescer - respondia ele.
- Seja paciente. Há muito tempo para pensar nisso. Depois de crescido, nem tudo é divertimento, sabe? - dizia ela.
Mas Pedro tinha dificuldades para apreciar qualquer coisa que estivesse fazendo no momento, e ansiava sempre pela próxima. No inverno, ansiava pelo retorno do verão; e no verão, sonhava com passeios de esqui e trenó, e com as fogueiras acesas durante o inverno. Na escola, ansiava pelo fim do dia, quando poderia voltar para casa; e nas noites de domingo, suspirava dizendo: "Se as férias chegassem logo!" O que mais o entretinha era brincar com a amiga Lise. Era companheira tão boa quanto qualquer menino, e a ansiedade de Pedro não a afetava, ela não se ofendia. "Quando crescer, vou casar-me com ela", dizia Pedro consigo mesmo.
Costumava perder-se em caminhadas pela floresta, sonhando com o futuro. Ás vezes, deitava-se ao sol sobre o chão macio, com as mãos postas sob a cabeça, e ficava olhando o céu através das copas altas das árvores. Uma tarde quente, quando estava quase caindo no sono, ouviu alguém chamando por ele. Abriu os olhos e sentou-se. Viu uma mulher idosa em pé à sua frente. Ela trazia na mão uma bola prateada, da qual pendia uma linha de seda dourada.
- Olhe o que tenho aqui, Pedro - disse ela, oferecendo-lhe o objeto.
- O que é isso? - perguntou, curioso, tocando a fina linha dourada.
- É a linha da sua vida - retrucou a mulher. - Não toque nela e o tempo passará normalmente. Mas se desejar que o tempo ande mais rápido, basta dar um leve puxão na linha e uma hora passará como se fosse um segundo. Mas devo avisá-lo: uma vez que a linha tenha sido puxada, não poderá ser colocada de volta dentro da bola. Ela desaparecerá como uma nuvem de fumaça. A bola é sua. Mas se aceitar meu presente, não conte para ninguém; senão, morrerá no mesmo dia. Agora diga, quer ficar com ela?
Pedro tomou-lhe das mãos o presente, satisfeito. Era exatamente o que queria. Examinou-a. Era leve e sólida, feita de uma peça só. Havia apenas um furo de onde saía a linha brilhante. O menino colocou-a no bolso e foi correndo para casa. Lá chegando, depois de certificar-se da ausência da mãe, examinou-a outra vez. A linha parecia sair lentamente de dentro da bola, tão devagar que era difícil perceber o movimento a olho nu. Sentiu vontade de dar-lhe um rápido puxão, mas não teve coragem. Ainda não.
No dia seguinte na escola, Pedro imaginava o que fazer com sua linha mágica. A professora o repreendeu por não se concentrar nos deveres. "Se ao menos", pensou ele, "fosse a hora de ir para casa!" Tateou a bola prateada no bolso. Se desse apenas um pequeno puxão, logo o dia chegaria ao fim. Cuidadosamente, pegou a linha e puxou. De repente, a professora mandou que todos arrumassem suas coisas e fossem embora, organizadamente. Pedro ficou maravilhado. Correu sem parar até chegar em casa. Como a vida seria fácil agora! Todos seus problemas haviam terminado. Dali em diante, passou a puxar a linha, só um pouco, todos os dias.
Entretanto, logo apercebeu-se que era tolice puxar a linha apenas um pouco todos os dias. Se desse um puxão mais forte, o período escolar estaria concluído de uma vez. Ora, poderia aprender uma profissão e casar-se com Lise. Naquela noite, então, deu um forte puxão na linha, e acordou na manhã seguinte como aprendiz de um carpinteiro da cidade. Pedro adorou sua nova vida, subindo em telhados e andaimes, erguendo e colocando a marteladas enormes vigas que ainda exalavam o perfume da floresta. Mas às vezes, quando o dia do pagamento demorava a chegar, dava um pequeno puxão na linha e logo a semana terminava, já era a noite de sexta-feira e ele tinha dinheiro no bolso.
Lise também mudara-se para a cidade e morava com a tia, que lhe ensinava os afazeres do lar. Pedro começou a ficar impaciente acerca do dia em que se casariam. Era difícil viver tão perto e tão longe dela, ao mesmo tempo. Perguntou-lhe, então, quando poderiam se casar.
- No próximo ano - disse ela. - Eu já terei aprendido a ser uma boa esposa.
Pedro tocou com os dedos a bola prateada no bolso.
- Ora, o tempo vai passar bem rápido - disse, com muita certeza.
Naquela noite, não conseguiu dormir. Passou o tempo todo agitado, virando de um lado para outro na cama. Tirou a bola mágica que estava debaixo do travesseiro. Hesitou um instante; logo a impaciência o dominou, e ele puxou a linha dourada. Pela manhã, descobriu que o ano já havia passado e que Lise concordara afinal com o casamento. Pedro sentiu-se realmente feliz.
Mas antes que o casamento pudesse realizar-se, recebeu uma carta com aspecto de documento oficial. Abriu-a, trêmulo, e leu a noticia de que deveria apresentar-se ao quartel do exército na semana seguinte para servir por dois anos. Mostrou-a, desesperado, para Lise.
- Ora - disse ela -, não há o que temer, basta-nos esperar. Mas o tempo passará rápido, você vai ver. Há tanto o que preparar para nossa vida a dois!
Pedro sorriu com galhardia, mas sabia que dois anos durariam uma eternidade para passar.
Quando já se acostumara à vida no quartel, entretanto, começou a achar que não era tão ruim assim. Gostava de estar com os outros rapazes, e as tarefas não eram tão árduas a princípio. Lembrou-se da mulher aconselhando-o a usar a linha mágica com sabedoria e evitou usá-la por algum tempo. Mas logo tornou a sentir-se irrequieto. A vida no exército o entediava com tarefas de rotina e rígida disciplina. Começou a puxar a linha para acelerar o andamento da semana a fim de que chegasse logo o domingo, ou o dia da sua folga. E assim se passaram os dois anos, como se fosse um sonho.
Terminado o serviço militar, Pedro decidiu não mais puxar a linha, exceto por uma necessidade absoluta. Afinal, era a melhor época da sua vida, conforme todos lhe diziam. Não queria que acabasse tão rápido assim. Mas ele deu um ou dois pequenos puxões na linha, só para antecipar um pouco o dia do casamento. Tinha muita vontade de contar para Lise seu segredo; mas sabia que se contasse, morreria.
No dia do casamento, todos estavam felizes, inclusive Pedro. Ele mal podia esperar para mostrar-lhe a casa que construíra para ela. Durante a festa, lançou um rápido olhar para a mãe. Percebeu, pela primeira vez, que o cabelo dela estava ficando grisalho. Envelhecera rapidamente. Pedro sentiu uma pontada de culpa por ter puxado a linha com tanta freqüência. Dali em diante, seria muito mais parcimonioso com seu uso, e sé a puxaria se fosse estritamente necessário.
Alguns meses mais tarde, Lise anunciou que estava esperando um filho. Pedro ficou entusiasmadíssimo, e mal podia esperar. Quando o bebê nasceu, ele achou que não iria querer mais nada na vida. Mas sempre que o bebê adoecia ou passava uma noite em claro chorando, ele puxava a linha um pouquinho para que o bebê tornasse a ficar saudável e alegre.
Os tempos andavam difíceis. Os negócios iam mal e chegara ao poder um governo que mantinha o povo sob forte arrocho e pesados impostos, e não tolerava oposição. Quem quer que fosse tido como agitador era preso sem julgamento, e um simples boato bastava para se condenar um homem. Pedro sempre fora conhecido por dizer o que pensava, e logo foi preso e jogado numa cadeia. Por sorte, trazia a bola mágica consigo e deu um forte puxão na linha. As paredes da prisão se dissolveram diante dos seus olhos e os inimigos foram arremessados à distância numa enorme explosão. Era a guerra que se insinuava, mas que logo acabou, como uma tempestade de verão, deixando o rastro de uma paz exaurida. Pedro viu-se de volta ao lar com a família. Mas era agora um homem de meia-idade.
Durante algum tempo, a vida correu sem percalços, e Pedro sentia-se relativamente satisfeito. Um dia, olhou para a bola mágica e surpreendeu-se ao ver que a linha passara da cor dourada para a prateada. Foi olhar-se no espelho. Seu cabelo começava a ficar grisalho e seu rosto apresentava rugas onde nem se podia imaginá-las. Sentiu um medo súbito e decidiu usar a linha com mais cuidado ainda do que antes. Lise dera-lhe outros filhos e ele parecia feliz como chefe da família que crescia. Seu modo imponente de ser fazia as pessoas pensarem que ele era algum tipo de déspota benevolente. Possuía um ar de autoridade como se tivesse nas mãos o destino de todos. Mantinha a bola mágica bem escondida, resguardada dos olhos curiosos dos filhos, sabendo que se alguém a descobrisse, seria fatal.
Cada vez tinha mais filhos, de modo que a casa foi ficando muito cheia de gente. Precisava ampliá-la, mas não contava com o dinheiro necessário para a obra. Tinha outras preocupações, também. A mãe estava ficando idosa e parecia mais cansada com o passar dos dias. Não adiantava puxar a linha da bola mágica, pois isto sé aceleraria a chegada da morte para ela. De repente, ela faleceu, e Pedro, parado diante do túmulo, pensou como a vida passara tão rápido, mesmo sem fazer uso da linha mágica.
Uma noite, deitado na cama, sem conseguir dormir, pensando nas suas preocupações, achou que a vida seria bem melhor se todos os filhos já estivessem crescidos e com carreiras encaminhadas. Deu um fortíssimo puxão na linha, e acordou no dia seguinte vendo que os filhos já não estavam mais em casa, pois tinham arranjado empregos em diferentes cantos do país, e que ele e a mulher estavam sós. Seu cabelo estava quase todo branco e doíam-lhe as costas e as pernas quando subia uma escada ou os braços quando levantava uma viga mais pesada. Lise também envelhecera, e estava quase sempre doente. Ele não agüentava vê-la sofrer, de tal forma que lançava mão da linha mágica cada vez mais freqüentemente. Mas bastava ser resolvido um problema, e já outro surgia em seu lugar. Pensou que talvez a vida melhorasse se ele se aposentasse. Assim, não teria que continuar subindo nos edifícios em obras, sujeito a lufadas de vento, e poderia cuidar de Lise sempre que ela adoecesse. O problema era a falta de dinheiro suficiente para sobreviver. Pegou a bola mágica, então, e ficou olhando. Para seu espanto viu que a linha não era mais prateada, mas cinza, e perdera o brilho. Decidiu ir para a floresta dar um passeio e pensar melhor em tudo aquilo.
Já fazia muito tempo que não ia àquela parte da floresta. Os pequenos arbustos haviam crescido, transformando-se em árvores frondosas, e foi difícil encontrar o caminho que costumava percorrer. Acabou chegando a um banco no meio de uma clareira. Sentou-se para descansar e caiu em sono leve. Foi despertado por uma voz que chamava-o pelo nome: "Pedro! Pedro!"
Abriu os olhos e viu a mulher que encontrara havia tantos anos e que lhe dera a bola prateada com a linha dourada mágica. Aparentava a mesma idade que tinha no dia em questão, exatamente igual. Ela sorriu para ele.
- E então, Pedro, sua vida foi boa? - perguntou.
- Não estou bem certo - disse ele. - Sua bola mágica é maravilhosa. Jamais tive que suportar qualquer sofrimento ou esperar por qualquer coisa em minha vida. Mas tudo foi tão rápido. Sinto como se não tivesse tido tempo de apreender tudo que se passou comigo; nem as coisas boas, nem as ruins. E agora falta tão pouco tempo! Não ouso mais puxar a linha, pois isto só anteciparia minha morte. Acho que seu presente não me trouxe sorte.
- Mas que falta de gratidão! - disse a mulher. - Como você gostaria que as coisas fossem diferentes?
- Talvez se você tivesse me dado uma outra bola, que eu pudesse puxar a linha para fora e para dentro também. Talvez, então, eu pudesse reviver as coisas ruins.
A mulher riu-se. - Está pedindo muito! Você acha que Deus nos permite viver nossas vidas mais de uma vez? Mas posso conceder-lhe um último desejo, seu tolo exigente.
- Qual? - perguntou ele.
- Escolha - disse ela. Pedro pensou bastante. Depois de um bom tempo, disse: - Eu gostaria de tornar a viver minha vida, como se fosse a primeira vez, mas sem sua bola mágica. Assim poderei experimentar as coisas ruins da mesma forma que as boas sem encurtar sua duração, e pelo menos minha vida não passará tão rápido e não perderá o sentido como um devaneio.
- Assim seja - disse a mulher. - Devolva-me a bola. Ela esticou a mão e Pedro entregou-lhe a bola prateada. Em seguida, ele se recostou e fechou os olhos, exausto.
Quando acordou, estava na cama. Sua jovem mãe se debruçava sobre ele, tentando acordá-lo carinhosamente.
- Acorde, Pedro. Não vá chegar atrasado na escola. Você estava dormindo como uma pedra!
Ele olhou para ela, surpreso e aliviado.
Tive um sonho horrível, mãe. Sonhei que estava velho e doente e que minha vida passara como num piscar de olhos sem que eu sequer tivesse algo para contar. Nem ao menos algumas lembranças.
A mãe riu-se e fez que não com a cabeça.
Isso nunca vai acontecer disse ela. As lembranças são algo que todos temos, mesmo quando velhos. Agora, ande logo, vá se vestir. A Lise está esperando por você, não deixe que se atrase por sua causa.
A caminho da escola em companhia da amiga, ele observou que estavam em pleno verão e que fazia uma linda manhã, uma daquelas em que era ótimo estar vivendo. Em poucos minutos, estariam encontrando os amigos e colegas, e mesmo a perspectiva de enfrentar algumas aulas não parecia tão ruim assim. Na verdade, ele mal podia esperar."

Do Livro: O LIVRO DAS VIRTUDES
William J. Bennett - Editora Nova Fronteira
 

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Lições da Infancia:Não pense que é Dificil antes de Tentar



Estava na quinta serie do antigo curso primario, hoje 5 serie  do ensino fundamental II, existia um colega de nome Afonso, que era o melhor aluno da sala, sempre tirava 10 em todas as provas, eu não era um aluno ruim, porem estava longe de ser o melhor da sala. A nossa professora  dona Vandete resolveu promover uma maratona sobre  inconfidencia mineira, serie testes orais eliminatórios até ficar um, que seria o vencedor ou a vencedora, após a professora vandete expor as regras , fiz o seguinte comentário: nem adianta  tentar o Afonso vai ganhar mesmo! dona Vandete escutou e me chamou ao lado e do jeitão dela me deu uma bronca que me fez ver que todos podem vencer, é só termos coragem de tentar e nos prepararmos. Resolvi então estudar e concorrer, no terceira eliminatoria o Afonso saiu e eu me animei mais ainda, cada dia apos a aula estudava mais e o resultado fui o ganhador empatado com Cristina que era a melhor da sala entre as meninas. o que aPrendi  ? a não pensar que é dificil até tentar.   

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

A EXISTENCIA DE DEUS



Cientistas encontram sinais da existência da 'partícula de Deus' - - ESTÁ foi a noticia de hoje na pagina do msn. A ciencia parte para atestar o que a fé vem dizendo a milhares de anos . Deus existe, ele é o criador do universo, ele é o sustentador do universo. vejamos o que alguns ilustres disseram sobre Deus  :

"Os ceus proclamam a gloria de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos" - Davi , escritor do salmo 19

"A maravilhosa disposição e harmonia do universo só pode ter tido origem segundo o plano de um Ser que tudo sabe e tudo pode. Isto fica sendo a minha última e mais elevada descoberta" Isaque Newton

"A gravidade explica os movimentos dos planetas, mas não pode explicar quem colocou os planetas em movimento. Deus governa todas as coisas e sabe tudo que é ou que pode ser feito." Isaque newton

"Sem Deus, o universo não é explicável satisfatoriamente."
Albert Einstein

domingo, 11 de dezembro de 2011

DOMINGO ! DIA DE IR A IGREJA



Desde os 7 anos de idade aprendi que domingo significa dia de ir a igreja, dia de cultuar junto com os Irmãos. sempre frequentei escola domincal, culto da manhã  e culto a noite. Rarissimas vezes deixei de ir a igreja no domingo e mesmo assim quando acontecia sentia um vazio tão grande. Para domingo sem igreja  é como céu sem estrelas, dia sem sol. Que bom que pude aprender assim, eu amo a Igreja, amo os irmãos, amo Jesus. Hoje o mundo mudou tanto, no domingo há tantas opções para nos desviar da igreja, mas para mim, o meu domingo ainda continua sendo o dia especial para cultuar. Vamos a igreja hoje?  hoje é domingo;   

sábado, 10 de dezembro de 2011

Post ou curtir ?

Como ministro do Evangelho tenho compromisso e responsabilidade com minha geração, não posso calar, pois Deus me tem colocado como atalaia. O facebook é meio extraordinario de relacionamento, informação, novas amizades, divulgação, entre outros. Porem, observando as postagens, comentarios e o que curte uma pessoa podemos concluir sobre o que ele gosta, em que ela crer ou em quem ela não crer. se ela é coerente com o que diz, a coerencia está na compatibilidade entre o que se diz e o que se faz . Como atalaia dou o meu grito de alerta, cuidado discipulos de Cristo, vivam a sua fé, mostrem su transformação, o discipulo precisa ser um incorfomado com este mundo. pense antes de postar, não curtar só por que um amigo mandou, aqueles que querem agradar o mundo desagradam a Deus.         

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

FECHANDO AS BRECHAS

A biblia é o manual de Deus para nós seres humanos ou se preferirmos é o manual do ser humano  deixado pelo criador. Há um versiculo da biblia em efesios 4:27, que diz : NÃO DEIS LUGAR AO DIABO. A obra do diabo é de   destruição, logo dar lugar a ele é abrir brechas para que ele atue.
Certa vez ministrei um grupo de interessse que tinha como tema : fechando as brechas, esse é um tema que é atual todos os dias, como estamos sempre abrindo brechas para satanas atue em nossa vida e em nosso derredor. abre-se brecha para o diabo quando se toma decisões com base na carne, pensando tão sómente no seu eu, no seu orgulho. Jesus fechou a brecha para o diabo quando lavou os pés dos seus discipulos, Jesus fechou a brecha para o diabo quando não permitiu que pedro fosse boca de satanas em seu ministerio..., queridos leitores, o inimigo quer encontrar uma brecha onde ele possa atuar e assim trazer transtornos a obra do Senhor. Se voce está brigado com alguém saiba que é brecha para satanas agir. se voce esta enganando alguém saiba que é brecha para satanas agir. se voce está guardando magoas em seu coração, está abrindo brechas para satanas agir. portanto feche todas as brechas. Não dê lugar ao diabo. resisti ao diabo e ele fugirá de vós.

Pr Jorge Figueiredo           

domingo, 4 de dezembro de 2011

A vida é como uma neblina !

No sabado pela recebi um telefonema que me abalou um pouco, o irmão Fernando Batista, membro de nossa igreja, envolvera-se em um acidente de moto, vindo a falecer no local. Irmão Fernando era recem chegado em nossa igreja, mas que estava em constante contato comigo, sedento da palavra, do conhecimento, questonador, brincalhão embora tivesse uma aparencia muito seria. No domingo, realizei sua cerimonia funebre. è como a biblia nos diz : a vida é como uma neblina, Irmão fernando deixa esposa, filhas e netas. com certeza estou sua falta, fui dificil olhar para o templo e não ve-lo no lugar habitual. Mas tenho uma certeza, em breve iremos nos reencontrar.     

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Tempo para Amigos de Infancia


Ontem pude almoçar com dois amigos e irmãos, os quais conheço praticamente da infancia . Como foi bom relembrar-mos tantas coisas de nossa infancia. Lembrarmos pessoas, brincadeiras, enfim. Hoje, assisti um video que diz que a vida é curta, sabemos dessa verdade, mas parece que as vezes a esquecemos e perdemos os bons momentos da vida, como por exemplo a oportunidade de estarmos com amigos que fizeram parte da nossa vida. Quantos amigos de infancia que voce nunca mais viu? quantos tentaram lhe reencontrar e voce disse que não  tinha tempo ? Tenho aprendido que tempo é uma questão de prioridade, quando priorizamos, encontramos tempo . Mande um e mail para um amigo que voce não vê há muito, diga o quanto a sua amizade é importante, a beleza da vida é feita de atos singelos como esse.  

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

VENÇA SUAS DIFICULDADES


veja na dificuldade a oportunidade  
Os três leões
Numa determinada floresta havia três leões. Um dia o macaco, representante eleito
dos animais súditos, fez uma reunião com toda a bicharada da floresta e disse:
- Nós, os animais, sabemos que o leão é o rei dos animais, mas há uma dúvida no ar:
existem três leões fortes. Ora, a qual deles nós devemos prestar homenagem?
Quem, dentre eles, deverá ser o nosso rei?
Os três leões souberam da reunião e comentaram entre si: - É verdade, a preocupação
da bicharada faz sentido, uma floresta não pode ter três reis, precisamos saber
qual de nós será o escolhido. Mas como descobrir? Essa era a grande questão: lutar
entre si eles não queriam, pois eram muito amigos. O impasse estava formado. De
novo, todos os animais se reuniram para discutir uma solução para o caso. Depois de
usarem técnicas de reuniões do tipo brainstorming, etc. eles tiveram uma idéia
excelente. O macaco se encontrou com os três felinos e contou o que eles decidiram:
- Bem, senhores leões, encontramos uma solução desafiadora para o problema. A
solução está na Montanha Difícil.
- Montanha difícil? Como assim?
- É simples, ponderou o macaco. Decidimos que vocês três deverão escalar a Montanha
Difícil. O que atingir o pico primeiro será consagrado o rei dos reis.
A Montanha Difícil era a mais alta entre todas naquela imensa floresta. O desafio
foi aceito. No dia combinado, milhares de animais cercaram a Montanha para assistir
a grande escalada.
O primeiro tentou. Não conseguiu. Foi derrotado.
O segundo tentou. Não conseguiu. Foi derrotado.
O terceiro tentou. Não conseguiu. Foi derrotado.
Os animais estavam curiosos e impacientes, afinal, qual deles seria o rei, uma vez
que os três foram derrotados? Foi nesse momento que uma águia sábia, idosa na idade
e grande em sabedoria, pediu a palavra:
- Eu sei quem deve ser o rei!!! Todos os animais fizeram um silêncio de grande
expectativa. - A senhora sabe, mas como? Todos gritaram para a Águia.
- É simples, - confessou a sábia águia, - eu estava voando entre eles, bem de perto
e, quando eles voltaram fracassados para o vale, eu escutei o que cada um deles
disse para a montanha.
O primeiro leão disse: - Montanha, você me venceu!
O segundo leão disse: - Montanha, você me venceu!
O terceiro leão também disse: - Montanha, você me venceu, por enquanto! Mas você,
montanha, já atingiu seu tamanho final, e eu ainda estou crescendo.
- A diferença, - completou a águia, - é que o terceiro leão teve uma atitude de
vencedor diante da derrota e quem pensa assim é maior que seu problema: é rei de si
mesmo, está preparado para ser rei dos outros. Os animais da floresta aplaudiram
entusiasticamente ao terceiro leão que foi coroado rei entre os reis.
MORAL DA HISTÓRIA:
Não importa o tamanho de seus problemas ou dificuldades que você tenha; seus
problemas, pelo menos na maioria das vezes, já atingiram o clímax, já estão no
nível máximo - mas você não. Você ainda está crescendo. Você é maior que todos os
seus problemas juntos. Você ainda não chegou ao limite de seu potencial e
performance. A Montanha das Dificuldades tem tamanho fixo, limitado.
E, lembrem daquele ditado:
"NÃO DIGA A DEUS QUE VOCÊ TEM UM GRANDE PROBLEMA, MAS DIGA AO PROBLEMA QUE VOCÊ TEM
UM GRANDE DEUS". 

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Abraçe-me ! apenas Abraça-me



Em minha experiencia pastoral tenho comprovado quanto um abraço é importante, acho até que nossa igreja poderia ser chamada a igreja dos abraços, no dia hoje abraçe mais, talvez exista pessoas que cruzem seus dia hoje e tudo que estejam precisando é de um abraço, 
o abraço fala, o  abraço cala, o abraço acolher o abraço consola.
deixa Jesus Cristo abraçar voce hoje ! 
Uma historia que vale a pena ler 
Lee Shapiro é um juiz aposentado. É também uma das pessoas mais genuinamente amorosas que conhecemos. A certa altura de sua carreira, Lee percebeu que o amor é o maior poder que existe. Consequentemente, Lee se transformou no homem dos "abraços". Começou a oferecer a todo mundo um abraço. Seus colegas o apelidaram de "o juiz dos abraços" (em oposição a "juiz dos enforcamentos", supomos). O adesivo do seu carro diz: "Não me bata! Abrace-me!"
Há cerce de seis anos, Lee criou o que ele chama de "kit-abraço". Do lado de fora lê-se: "Um coração por um abraço". Dentro, há trinta coraçõezinhos vermelhos bordados com alfinetes atrás. Lee sai com seu kit-abraço, encontra as pessoas e oferece-lhes um coraçãozinho em troca de um abraço.
Lee tornou-se tão conhecido por isso que freqüentemente é convidado para apresentar conferências e convenções, onde compartilha sua mensagem de amor incondicional. Numa conferência em São Francisco, a imprensa local o desafiou dizendo: "É fácil sair distribuindo abraços, aqui na conferência, a pessoas que resolveram vir por vontade própria. Isso nunca funcionaria no mundo real".
Eles desafiaram Lee a distribuir alguns abraços pelas ruas de São Francisco. Seguido por uma equipe de televisão do noticiário local, Lee saiu às ruas. Primeiro, se aproximou de uma mulher que passava.
- Oi, sou Lee Shapiro, o juiz dos abraços. Estou doando estes corações em troca de um abraço.
- Claro – respondeu ela.
- Fácil demais – provocou o comentarista local.
Lee olhou à sua volta. Viu uma guarda de trânsito que estava enfrentando problemas com o dono de uma BMW a quem estava entregando uma multa. Aproximou-se dela, a equipe de televisão junto com ele, e disse:
- Parece-me que um abraço poderia lhe ser útil. Sou o juiz dos abraços e estou lhe oferecendo um.
Ela aceitou.
O comentarista de televisão lançou um último desafio.
- Veja, aí vem um ônibus. Os motoristas de ônibus de São Francisco são as pessoas mais rudes, rabugentas e intratáveis de toda a cidade. Vamos ver se você consegue um abraço dele.
Lee aceitou o desafio.
Quando o ônibus parou, Lee disse:
- Oi, sou Lee Shapiro, o juiz dos abraços. Seu trabalho deve ser um dos mais estressantes do mundo. Hoje, estou oferecendo abraços às pessoas para aliviar um pouco sua carga. Gostaria de um?
O homenzarrão de dois metros e mais de cem quilos levantou do banco, desceu do ônibus e disse:
- Por que não?
Lee o abraçou, deu-lhe um coração e acenou quando o ônibus partiu. A equipe de TV estava sem fala. Finalmente, o comentarista disse:
- Tenho que admitir, estou muito impressionado.
Um dia, Nancy Johnston, amiga de Lee, bateu em sua porta. Nancy é palhaço profissional e estava usando sua fantasia, maquiagem e tudo o mais.
- Lee, pegue um punhado de seus kit-abraço e vamos a um lar de deficientes.
Quando chegaram ao lar, começaram a distribuir chapéus com balões, corações e abraços aos pacientes. Lee sentia-se desconfortável. Nunca havia abraçado pacientes terminais, pessoas gravemente retardadas ou quadraplégicas. Foi definitivamente um esforço. Mas, depois de um certo tempo, ficou mais fácil, e Nancy e Lee conquistaram uma comitiva de médicos, enfermeiros e serventes que os seguiram de ala em ala.
Depois de algumas horas, eles entraram na última ala. Eram os 34 piores casos que Lee jamais vira em sua vida. O sentimento era tão cruel que partiu seu coração. Mas, cumprindo seu compromisso de compartilhar seu amor com os outros, Nancy e Lee começaram a passear pela sala, seguidos pela comitiva de médicos que, a essa altura, já traziam corações nos colarinhos e chapéus feitos de balões na cabeça.
Finalmente, Lee chegou à ultima pessoa, Leonard. Leonard usava um enorme babador branco sobre o qual babava. Lee olhou para Leonard, que babava, e disse:
- Vamos embora, Nancy, não há como encarar esse aqui.
Nancy replicou:
- Vamos lá, Lee. Ele também é um ser humano, não é?
Então, ela colocou-lhe um engraçado chapéu de balões na cabeça. Lee pegou um de seus coraçõezinhos vermelhos e prendeu-o no babador de Leonard. Respirou fundo, inclinou-se e o abraçou.
De repente, Leonard começou a gritar:
- Eeeeeh! Eeeeeh!
Alguns dos outros pacientes na sala começaram a bater coisas. Lee voltou-se para a equipe esperando alguma explicação e apenas viu que todos os médicos, enfermeiros e serventes estavam chorando. Lee perguntou à enfermeira chefe:
- O que é que há?
Ele nunca poderá esquecer o que ela disse:
- Esta é a primeira vez em 23 anos que vemos Leonard sorrir.
Como é simples ser importante na vida dos outros.
Jack Canfield e Mark V. Hansen